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Culture

Culture, IBGE et MinC

Este texto é uma segunda versão do artigo intitulado Mágicas estatísticas norteiam políticas culturais. Nele, Jorge Antunes critica as metodologias adotadas pelo IBGE, para suas pesquisas na área da economia da Cultura. Segundo o articulista, a visão distorcida adotada resulta em conclusões errôneas no cálculo do PIB.

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La criminalisation de la culture en DF

Neste artigo o maestro Jorge Antunes analisa o problema da poluição sonora em Brasília, a questão da intensidade sonora que ameaça a saúde de músicos, e a questão da Lei do Silêncio. Com relação a esta lei, Antunes chama atenção para os equívocos de técnicos do IBRAM (Instituto Brasília Ambiental), no que concerne à fiscalização necessária.

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Culture par un triz avec un gouvernement Cristovarrudoriz

Neste artigo, publicado no Correio Braziliense em 2011, Antunes analisa e critica as políticas culturais do governo do Distrito Federal. A mudança de governos, segundo o articulista, não apresenta inovações que determinem o tratamento da Cultura como setor estratégico. Como sempre, apenas a cultura de consumo ganha espaços e prestígio, em detrimento da arte erudita.

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Les statistiques magiques guident les politiques culturelles

Neste artigo Jorge Antunes critica as metodologias adotadas pelo IBGE, para suas pesquisas na área da economia da Cultura. Nas tabelas do IBGE estão itens estranhos que, segundo o Instituto, são relacionados à Cultura: datilografia, casamento, aluguel de cadeira de praia, curso de primeiros socorros, cópia xerox, taxa de instalação de interfone, curso de mecânica em refrigeração, computadores, telefones, artefatos para caça, reparação e aluguel de veículos automotores, pesquisa de ciências físicas e supervisão de joalheria. Segundo o articulista, a visão distorcida adotada resulta em conclusões errôneas no cálculo do PIB.

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Dans la maison de Gilberto Gil

Neste texto, Jorge Antunes avalia, de modo muito crítico e irônico, a reunião que Lula, então candidato à presidência da República, realizou com músicos populares, com o objetivo de conseguir apoio da classe artística. No artigo Antunes aponta para os resultados medíocres da política cultural implementada pelos Ministérios do governo Lula que, ao programar os eventos para o « Ano do Brasil na França », abriu espaço apenas para a música popular e a arte comercial, discriminando a música erudita brasileira.

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L’avancement de la production indépendante

Neste artigo o autor avalia o crescimento da chamada « produção independente » nas artes e, particularmente, na área musical. O texto, longo, foi dividido em duas partes pela Folha de São Paulo. Esta é a primeira parte do artigo. Defendendo a estratégia da « independência », Antunes propõe ações mais radicais dos artistas, em busca de espaços, combatendo o conformismo. O compositor defende a ideia de que cada criador deveria lutar para ser possuidor de seu “pequeno poder”, de modo a não ser necessário ficar à mercê dos que manipulam a ele e ao público: mediadores, produtores, patrocinadores, programadores, atravessadores, etc.

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Le Brésil peut-il orchestrer le monde?

Este texto, que foi publicado na Folha de São Paulo, ganhou grande repercussão na época. Nele é criticada a ação do governo de São Paulo da época, que extiguiu a Orquestra Sinfonia Cultura, única orquestra brasileira que dedicava seu repertório totalmente à música brasileira. Ao mesmo tempo o autor lembra a pretensão do governo da época, que reivindicava assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Assim, Jorge Antunes perguntava: « –Pode um país sem orquestras, pretender orquestrar o mundo no concerto das nações? »

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Les chemins de production indépendants

Neste artigo o autor avalia o crescimento da chamada « produção independente » nas artes e, particularmente, na área musical. O texto, longo, foi dividido em duas partes pela Folha de São Paulo. Esta é a segunda parte do artigo. Defendendo a estratégia da « independência », Antunes propõe ações mais radicais dos artistas, em busca de espaços, combatendo o conformismo.

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Je veux me positionner!

Quando a OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira), entrou em crise, obrigando seus músicos a fazerem testes de reciclagem, surgiram inúmeras manifestações de músicos brasileiros, com opiniões, protestos, defesas, ataques e reflexões sobre a polêmica. A administração da orquestra e o seu regente decidiram realizar provas individuais para avaliar cada um dos músicos da orquestra.
Neste artigo, Jorge Antunes analisa o acontecimento e seus desdobramentos, colocando em questão os objetivos de uma orquestra e a escolha dos seus repertórios.

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Willy sert la médiocrité – 1

Em 1984 o compositor Willy Corrêa de Oliveira publicou um artigo na Folha de São Paulo, tecendo comentários sobre a música engajada politicamente que, fazendo concessões, usava a banalidade melódica como suporte, com vistas à comunicação. Jorge Antunes escreveu um longo artigo, em resposta às ideias de Willy, que foi publicado no mesmo jornal logo em seguida. Em razão do grande tamanho do texto, o jornal dividiu o artigo em três partes, publicando-as separadamente em três edições. Esta é a parte inicial do texto de Antunes.

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Willy sert la médiocrité – 2

Em 1984 o compositor Willy Corrêa de Oliveira publicou um artigo na Folha de São Paulo, tecendo comentários sobre a música engajada politicamente que, fazendo concessões, usava a banalidade melódica como suporte, com vistas à comunicação. Jorge Antunes escreveu um longo artigo, em resposta às ideias de Willy, que foi publicado no mesmo jornal logo em seguida. Em razão do grande tamanho do texto, o jornal dividiu o artigo em três partes, publicando-as separadamente em três edições. Esta é a parte central do texto de Antunes.

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Willy sert la médiocrité – fin

Em 1984 o compositor Willy Corrêa de Oliveira publicou um artigo na Folha de São Paulo, tecendo comentários sobre a música engajada politicamente que, fazendo concessões, usava a banalidade melódica como suporte, com vistas à comunicação. Jorge Antunes escreveu um longo artigo, em resposta às ideias de Willy, que foi publicado no mesmo jornal logo em seguida. Em razão do grande tamanho do texto, o jornal dividiu o artigo em três partes, publicando-as separadamente em três edições. Esta é a parte final do texto de Antunes.

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